De acordo com a 'Psychology Today', hoje há menos razões racionais para se casar do que nas décadas passadas. Já não temos mais vergonha de ter filhos e sermos pais separados, apesar de milhões de casais ainda contemplarem o casamento. É claro, no fim das contas, essa é uma decisão parcialmente emocional; mas vamos te ajudar a torná-la mais racional com as dicas do psicólogo e autor de sete livros Marty Nemko. Tudo o que você deve fazer é responder as perguntas abaixo e avaliar se vale a pena oficializar seu relacionamento ou terminar de vez por todas.
1) Existe compatibilidade sexual?
Observe a curva do seu relacionamento sexual. Depois de um período inicial, a frequência e intensidade sexual diminuem e isso é normal. Mas a questão é quanto diminui — o declínio é maior ou menor com essa pessoa? E o mais importante, você ainda se sente igualmente excitada por ele e ele por você após um ou dois anos de relacionamento? Se um dos parceiros se sente tão atraído como no início do relacionamento, mas o outro está cada vez mais apático, aí sim há um problema. Terapia de sexo e mais comunicação podem ajudar, mas não há garantias, até porque alguns casais reclamam que seus apetites sexuais são muito diferentes.
1) Existe compatibilidade sexual?
Observe a curva do seu relacionamento sexual. Depois de um período inicial, a frequência e intensidade sexual diminuem e isso é normal. Mas a questão é quanto diminui — o declínio é maior ou menor com essa pessoa? E o mais importante, você ainda se sente igualmente excitada por ele e ele por você após um ou dois anos de relacionamento? Se um dos parceiros se sente tão atraído como no início do relacionamento, mas o outro está cada vez mais apático, aí sim há um problema. Terapia de sexo e mais comunicação podem ajudar, mas não há garantias, até porque alguns casais reclamam que seus apetites sexuais são muito diferentes.
Fonte: Think Stock
2) Há compatibilidade não-sexual?
Quanto vocês aproveitam um ao outro fora da cama? Isso inclui conversar ou simplesmente estar no mesmo ambiente juntos. Talvez mais importante que isso seja uma análise sobre se o tempo que vocês passam juntos aumentou, ficou estável ou diminuiu ao longo do tempo? A tendência provavelmente irá continuar.
3) Cadê a gentileza?
Não conte com mudar a personalidade do seu parceiro. Isso até pode acontecer, mas pode ser tão difícil quanto mudar seus desejos e inteligência. Portanto, pense muito bem em quão gentil é seu parceiro e se ele (a) fica feliz de verdade com o seu sucesso, ou fica enciumado (a) quando você se dá bem. Além disso, vale observar como ele (a) trata outras pessoas e até animais.
Quanto vocês aproveitam um ao outro fora da cama? Isso inclui conversar ou simplesmente estar no mesmo ambiente juntos. Talvez mais importante que isso seja uma análise sobre se o tempo que vocês passam juntos aumentou, ficou estável ou diminuiu ao longo do tempo? A tendência provavelmente irá continuar.
3) Cadê a gentileza?
Não conte com mudar a personalidade do seu parceiro. Isso até pode acontecer, mas pode ser tão difícil quanto mudar seus desejos e inteligência. Portanto, pense muito bem em quão gentil é seu parceiro e se ele (a) fica feliz de verdade com o seu sucesso, ou fica enciumado (a) quando você se dá bem. Além disso, vale observar como ele (a) trata outras pessoas e até animais.
Fonte: Think Stock
4) Você tolera os devastadores de relacionamento?
Os devastadores de relacionamento mais comuns são: temperamento difícil, dependência de substâncias, vício em jogos e compras, doença mental significativa, baixas perspectivas de emprego remunerado ou falta de capacidade ou desejo. Observe a gravidade do problema e quão bem você acha que pode lidar com essas questões ao longo de muitos anos.
5) Ele (a) ama mesmo você? Celebra suas conquistas, minimiza suas fraquezas e simplesmente se importa profundamente com você?
E você? Se sente assim em relação a seu parceiro? O amor pode ajudar as pessoas a sobreviverem problemas inevitáveis da vida.
Os devastadores de relacionamento mais comuns são: temperamento difícil, dependência de substâncias, vício em jogos e compras, doença mental significativa, baixas perspectivas de emprego remunerado ou falta de capacidade ou desejo. Observe a gravidade do problema e quão bem você acha que pode lidar com essas questões ao longo de muitos anos.
5) Ele (a) ama mesmo você? Celebra suas conquistas, minimiza suas fraquezas e simplesmente se importa profundamente com você?
E você? Se sente assim em relação a seu parceiro? O amor pode ajudar as pessoas a sobreviverem problemas inevitáveis da vida.
Fonte: Yahoo
