Parece que a falta de conhecimento da história de um povo é notória para algumas pessoas que insistem no que nada mais é que um ajusto na qualidade de vida.
Pois bem, é tradição, podemos assim dizer, em diversas cidades como Caruaru, Limoeiro, Vitória de Santo Antão, Feira Nova, Bom Jardim, João Alfredo, Machados, Carpina, Recife entre tantas outras cidades brasileiras, que jovens (crianças e adolescentes) no dia de feira livre aproveitem para ganhar um trocado de forma honesta e licita e Passira também faz parte dessa história.
Preocupadas com a situação que seus filhos passavam, mães procuraram a Associação Comunitária dos Agrícolas do Alto da Esperança, pedindo ações no sentido de organizar a atividade na feira livre impedindo que seus filhos fossem explorados por pessoas que alugavam os carros de mão por até R$ 20,00, dependendo da condição do carro alugado. De pronto a associação ofereceu por meio de empréstimo a essas mães os carros de mão e batas padronizadas. Seus filhos não mais pagaram pelo aluguel e o pouco que ganham serve para ajudar integralmente suas famílias. Desinformados da história, ou mal orientados politicamente falando, questionam a formação desses jovens que passam a carregar feira e é fácil mostrar que a verdade é outra.
Em Passira temos vários exemplos de pessoas, hoje bem sucedidas profissionalmente e pessoalmente e que tiveram em sua infância passagem por esse “trabalho” entre elas podemos destacar o vereador JP e o comerciante Rubens que tiveram a experiência de carregar frete na feira livre quando crianças e que hoje fazem história com suas personalidades firmes de quem venceu com honradez o passo a passo da vida.
É incrível como a visão mesquinha e eleitoreira de poucos pode denegrir ações que visam reduzir a exploração de pessoas de baixa renda, tirando menores das ruas, afastando os mesmos do mundo das drogas e da criminalidade. Muitos ou todos, que hoje rezingam ao vento sua indignação pela ação social prestada a pedido das mães, já fizeram uso dos serviços de frete de carro de mão nas feiras prestados pelos filhos dessas lutadoras, mulheres que cumprem o dever de conquistar uma condição de vida melhor para seus filhos.
Estes “muitos indignados” hoje cospem no prato que comeram e por interesses próprios e individualistas tentam de forma injusta transformar um pedido de várias mães em um ato ilícito. A virtude de um homem está em suas ações e não em seus desejos pelo poder a qualquer custo.
Fonte: Blog Aqui Notícias
Paulo Pinto
Pois bem, é tradição, podemos assim dizer, em diversas cidades como Caruaru, Limoeiro, Vitória de Santo Antão, Feira Nova, Bom Jardim, João Alfredo, Machados, Carpina, Recife entre tantas outras cidades brasileiras, que jovens (crianças e adolescentes) no dia de feira livre aproveitem para ganhar um trocado de forma honesta e licita e Passira também faz parte dessa história.
Preocupadas com a situação que seus filhos passavam, mães procuraram a Associação Comunitária dos Agrícolas do Alto da Esperança, pedindo ações no sentido de organizar a atividade na feira livre impedindo que seus filhos fossem explorados por pessoas que alugavam os carros de mão por até R$ 20,00, dependendo da condição do carro alugado. De pronto a associação ofereceu por meio de empréstimo a essas mães os carros de mão e batas padronizadas. Seus filhos não mais pagaram pelo aluguel e o pouco que ganham serve para ajudar integralmente suas famílias. Desinformados da história, ou mal orientados politicamente falando, questionam a formação desses jovens que passam a carregar feira e é fácil mostrar que a verdade é outra.
Em Passira temos vários exemplos de pessoas, hoje bem sucedidas profissionalmente e pessoalmente e que tiveram em sua infância passagem por esse “trabalho” entre elas podemos destacar o vereador JP e o comerciante Rubens que tiveram a experiência de carregar frete na feira livre quando crianças e que hoje fazem história com suas personalidades firmes de quem venceu com honradez o passo a passo da vida.
É incrível como a visão mesquinha e eleitoreira de poucos pode denegrir ações que visam reduzir a exploração de pessoas de baixa renda, tirando menores das ruas, afastando os mesmos do mundo das drogas e da criminalidade. Muitos ou todos, que hoje rezingam ao vento sua indignação pela ação social prestada a pedido das mães, já fizeram uso dos serviços de frete de carro de mão nas feiras prestados pelos filhos dessas lutadoras, mulheres que cumprem o dever de conquistar uma condição de vida melhor para seus filhos.
Estes “muitos indignados” hoje cospem no prato que comeram e por interesses próprios e individualistas tentam de forma injusta transformar um pedido de várias mães em um ato ilícito. A virtude de um homem está em suas ações e não em seus desejos pelo poder a qualquer custo.
Fonte: Blog Aqui Notícias
Paulo Pinto